Foto: Divulgação/Palmeiras 


O imbróglio entre Fluminense, Palmeiras e Gustavo Scarpa ainda vai demorar para ter desfecho. Na manhã desta segunda-feira (16), durante audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ), a juíza Dalva Macedo determinou que as partes apresentem as razões finais do processo em 10 dias úteis. Após esse prazo, a magistrada dará a sentença depois de analisar as manifestações. Entretanto, a parte que sair perdedora na 1ª instância poderá recorrer. 


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Durante a audiência, a defesa de Gustavo Scarpa também pediu a antecipação da tutela, o que faria com que o jogador ficasse liberado para atuar pelo Palmeiras, porém, a juíza negou o pedido. Dessa forma, o meia segue com o vínculo com o Fluminense. 


Gustavo Scarpa, ao lado de seus advogados, esteve presente na audiência, que durou cerca de 50 minutos. Na saída, nem o meia e nem seus representantes falaram com a imprensa. No entanto, afirmaram que vão tentar outro mandado de segurança até a sentença final da justiça. 


Por outro lado, o advogado que representou o Fluminense, Rui Meier, conversou com a imprensa após a audiência na 70ª vara do Trabalho. De acordo com o representante, o clube sempre esteve em busca de um acordo.


"Sempre. Tudo depende das partes se conciliarem. O Fluminense conversou com o atleta e seus representantes na semana passada, mas não chegamos a um acordo. Tudo é questão de conciliar. O vínculo dele, hoje, é com o Fluminense. Mas ele optou por não se reapresentar ao trabalho, o que é uma faculdade legal dele, então é por isso que ele não está jogando", explicou Rui Meier. 


O meia entrou com a ação em dezembro do ano passado pedindo a rescisão contratual e cobrando R$ 9,3 milhões do Fluminense por atraso no salário, direitos de imagem, férias, 13º e depósito do FGTS. O Tricolor até chegou a quitar uma parte da dívida que devia ao atleta, mas depois do dia 22 de dezembro, quando Scarpa já havia entrado com a ação na Justiça.


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