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26/5/1970 - Gérson garantido para a estreia na Copa

O craque camisa 8 brasileiro estava garantido para a partida contra a Tchecoslováquia, em 3 de junho, em Guadalajara.

Por Mauro Beting

Gérson foi mal como todo o Brasil em 1966. Queria revanche em 1970

Gérson foi mal como todo o Brasil em 1966. Queria revanche em 1970

Poupado no amistoso da véspera, contra o Irapuato, Gérson estava pronto para ser o segundo volante brasileiro no 4-3-3 que viraria 4-2-3-1 durante a Copa.

O preparador físico Admildo Chirol e o ortopedista Lídio de Toledo trabalharam com o craque no Botafogo, onde jogou até ser negociado com o São Paulo, em 1969. Estavam confiantes na capacidade atlética dele para render 100% desde a estreia.

A lesão na coxa direita já não preocupava a comissão técnica.

Zagallo ainda mantinha o discurso que já tinah definido o time para a Copa. Manteve o rodízio entre os goleiros. Mas até pela numeração, e por ter sido convocado quando ele assumiu a Seleção, em 18 de março de 1970, Félix era literalmente o número um.

Ainda que teimasse em não treinar e não jogar com luvas.

Leão, o terceiro goleiro, também treinava algumas vezes sem luvas.

Mas só o arqueiro do Fluminense não jogava com luvas. Preocupação da comissão técnica, de boa parte da imprensa, e de grande parte da torcida.

Além disso, Félix tinhe feito partidas irregulares pela Seleção. Ado também estava longe de ser unanimidade. E o goleiro que tinha mais potencial tinha apenas 20 anos - Leão.

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