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Grenal mostra força das categorias de base do Grêmio mais uma vez

Clássico vencido na última quarta-feira terminou com seis jogadores em campo formados no clube

Por Taynah Espinoza

Jogadores do Grêmio comemoram com dancinha gol de Jean Pyerre que decidiu clássico Grenal(Lucas Uebel / Grêmio FBPA)

Jogadores do Grêmio comemoram com dancinha gol de Jean Pyerre que decidiu clássico Grenal | Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Matheus Henrique, Darlan, Guilherme Guedes, Everton Cebolinha, Jean Pyerre e Pepê. O Grenal que o Grêmio venceu na última quarta-feira terminou com esses seis jogadores formados na base do Tricolor em campo e isso está longe de ser uma novidade nos últimos anos. Quando sai uma peça, a reposição vem da casa em vários momentos. O grande facilitador pra isso acontecer, pra mim, é o longo trabalho, é o time ter uma forma de jogar há praticamente quatro anos.

Renato Gaúcho está no clube desde setembro de 2016. É, de longe, o treinador que trabalha há mais tempo no mesmo time. E isso faz total diferença. Quando assumiu a equipe, herdou muito do trabalho de Roger Machado. Conseguiu melhorar aquele estilo de jogo. As peças foram mudando, jogadores sendo vendidos...e o jeito de jogar continua o mesmo. Muito também pelo mérito das categorias de base do clube, que têm servido a equipe muito bem em muitos momentos. Olha a lista.

Volantes:

- Wallace era o titular no título da Copa do Brasil. Vendido;

- Arthur era o titular no título da Libertadores. Vendido;

- Matheus Henrique assumiu a vaga e é um dos principais jogadores do time;

- Darlan é o próximo da fila;

Atacantes:

- Pedro Rocha era o titular no título da Copa do Brasil;

- Everton Cebolinha foi um dos substitutos na sequência e hoje é o craque do time;

- Pepê já espera na fila;

Meias:

- Luan foi o melhor jogador do título da Libertadores da América;

- Jean Pyerre assumiu o posto com tranquilidade;

Dos últimos times vencedores no futebol brasileiro, o Grêmio foi o que mais conseguiu usar as categorias de base do clube nas conquistas. Depois de vencer a Copa do Brasil em 2016 e de tirar um peso das costas de 15 anos sem um título de expressão, tudo parece ter ficado mais leve no Tricolor, o que facilita também a entrada desses meninos.

Não existe fórmula certa pra vencer. Mas um título conquistado com cria da base normalmente tem um gostinho especial.

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