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MSN show! Hoje tem Barcelona 3 x 1 PSG na Champions 2014-15

Mais um clássico europeu na nossa Liga dos sonhos, na TNT e Facebook do Esporte Interativo.

Jogo da fase de grupos da Champions League 2014-15. Show de Neymar. E da turma de sempre.

Por Mauro Beting

A escalação do Barcelona no Parque dos Príncipes, sem Daniel Alves

A escalação do Barcelona no Parque dos Príncipes, sem Daniel Alves

Foram quatro duelos na temporada 2014-15 entre Barcelona x PSG.

Já na fase de grupos, em dezembro de 2014, a vitória no Camp Nou deu o primeiro lugar no grupo ao time que seria o campeão de 2015.

O 3 a 1 que vamos rever nesta quarta-feira, 16h, na TNT e no Facebook do Esporte Interativo.

Mas eu não vou dar spoiler por aqui. 

Veja. Reveja. Foi um jogaço.

Vou falar aqui do outro jogo, já pelas quartas-de-final, em abril de 2015.

O PSG já era um ótimo time. Mas não vinha completo para o Parque dos Príncipes para enfrentar o futuro campeão europeu de 2015, no jogo de ida das quartas-de-final da Champions. Na fase de grupos já tinha levado cinco gols do Barcelona em dois jogos. Não era o favorito. Mas não precisava ter saído de campo tão por baixo.


Embora, de fato e de direito, não foi culpa da equipe de Blanc, bom treinador, campeão mundial pela França em 1998. O show em Paris foi mais uma cortesia do trio MSN.

Aquele ligado em 330, desempenho de 220 em 110 jogos. Nessas partidas, o trio conseguiu fabulosos 228 gols juntos! Sem contar outras participações em outros gols e lances.

Isto é, na frieza matemática nas contas do melhor trio ofensivo da história do 4-3-3: Messi, Suárez e Neymar, Arrgentina, Uruguai e Brasil, fizeram em três anos um gol a cada 34 minutos juntos, na estatística de Mr. Chip.

Passe para gol era um a cada 72 minutos. 124 assistências deram entre eles para abraços de um trio que se entendia muito bem fora de campo. Tinham um grupo de WhatsApp que, invariavelmente, servia para Messi e Neymar tirarem sarro da "grossura" do "gordo". Como eles chamavam o artilheiro uruguaio, o último a se juntar ao grupo, em 2014, depois do final da suspensão pela mordida em Chiellini, em Natal, pela Copa no Brasil.

Isso só aumentaria o apetite do uruguaio. Demorou um certo tempo para eles se acertarem. Com imensa boa vontade e ajuda do argentino, que voltou a cair mais pela direita. E, depois da crise de Anoeta, em janeiro de 2015, que custou o emprego do diretor-técnico e bandeira blaugrana Zubizarreta, e quase cortou a cabeça do treinador Luis Enrique, as coisas se ajeitaram. Eles se entenderam lá dentro com mais liberdade. E deu liga. Deu Champions em Berlim, contra a Juventus.

O sonho dom título que viria estava vivo em Paris. Também porque Messi, mesmo não fazendo gol, teve dois lances messiânicos. Uma bola na trave da entrada da área, aos 13 minutos. Outro, na segunda etapa, quando fez um rush por quatro até mandar pra fora.

O PSG jogou muito atrás. Ter Stegen só foi ter (muito) trabalho na segunda etapa. Quando Neymar já tinha aberto o placar, aos 18, recebendo de Messi e tirando de Sirigu como se não houvesse o goleiro.

Como logo depois o PSG perderia seu melhor zagueiro. Thiago Silva sentiu a coxa e teve de sair. Não seria problema ser substituído por David Luiz.

Não estivesse o outro brasileiro baleado e entrado em campo no sacrifício...

O que aconteceu com ele e com o PSG?

Já dei muito spoiler. Pareço crítico de cinema.

Veja e reveja com a gente 16h o jogo da fase de grupos.

Uma daquelas partidas que também fizeram o PSG sonhar como seria ter Neymar no ataque.

História escrita e assinada naquela noite com as tintas de Suárez.

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