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Crise do novo coronavírus faz Juventus estudar cortes salariais e dispensas

Reduções não vão, porém, atingir os principais nomes do elenco. Folha salarial atual consome quase metade do orçamento do clube

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Por Redação do Esporte Interativo

Cristiano Ronaldo e Paulo Dybala não estariam enquadrados nos cortes salariais(2019 Quality Sport Images)

Cristiano Ronaldo e Paulo Dybala não estariam enquadrados nos cortes salariais | 2019 Quality Sport Images

A crise financeira decorrente da pandemia do novo coronavírus bate à porta até mesmo dos clubes de futebol mais ricos da Europa. Um dos afetados é a Juventus. Segundo o jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport', a ordem na equipe é cortar gastos, e para conseguir isso são estudados cortes salariais, dispensa de jogadores e redimensionamento dos contratos aos atletas que chegarem.

A atual folha salarial da Juventus gira em torno dos 137 milhões de euros. Quase metade do orçamento total do clube que é de 300 milhões de euros. 

No entanto, a publicação afirma que os principais jogadores do elenco não sofrerão cortes em seus salários. Cristiano Ronaldo, por exemplo, manterá o seu ganho anual de 31 milhões de euros. O português é disparado o maior salário da equipe. Muito acima do segundo mais bem pago, o zagueiro holandês De Ligt, que recebe 8 milhões de euros por ano.

Além de De Ligt, jogadores como Pjanic, Ramsey e Rabiot são os alvos prioritários da nova política salarial. Pjanic recebe 7,5 milhões de euros por ano e sua saída do clube é tida como quase certa. Ramsey e Rabiot, que tem vencimentos na faixa dos 7 milhões de euros, sofrerão reduções. 

A tendência é que nesta faixa dos 7 milhões de euros fiquem apenas Gonzalo Higuaín e Paulo Dybala. 

 
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