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Dirigente afirma que Barcelona terá prejuízos de até R$ 847 milhões

Vice-presidente de finanças, Jordi Cardoner, disse que perdas vão desde a venda de ingressos até não realização de eventos oficiais do clube

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Por Redação Esporte Interativo

Dirigente do Barcelona acredita que clube vai ter pesadas perdas econômicas(2020 Eurasia Sport Images)

Dirigente do Barcelona acredita que clube vai ter pesadas perdas econômicas | 2020 Eurasia Sport Images

O novo coronavírus também atingiu em cheio os cofres dos grandes clubes europeus. O Barcelona reconheceu nesta terça-feira (05) que a paralisação do futebol fez a entidade deixar de ganhar entre 120 milhões a 140 milhões de euros (R$ 726 milhões a R$ 847 milhões).

Desse montante, 50 milhões de euros (R$ 302 milhões) seriam da venda de ingressos para os jogos. Ainda houve a perda de 39 milhões de euros (R$ 236 milhões), que seriam recebidos de contratos televisivos, e entre 20 milhões a 25 milhões de euros (R$ 121 milhões a R$ 151 milhões) compreendidos entre venda de produtos nas lojas oficiais, escolinhas de futebol e outros eventos.

"Isso é o que sabemos hoje. Certamente haverá mais perdas. Com isso, nosso gasto vai ter que diminuir. Havíamos reduzido nossas despesas, nossa posição de arrecadação era muito boa, mas desde que houve a interrupção das competições nossos ganhos se reduziram drasticamente", explicou o vice-presidente de finanças do Barça, Jordi Cardoner, ao canal 'ESPN'.

O dirigente reiterou a necessidade do Barcelona vender "naming rights" do Camp Nou e disse que os jogadores aceitaram o corte salarial imposto pela diretoria.

"Os jogadores foram bem receptivos. Entenderam a situação desde o início. Eles estão prontos para fazer esse esforço porque sabem que essa situação não é uma brincadeira".

Segundo Cardoner, a Liga Espanhola não poderá voltar a ter jogos com público pelo menos até fevereiro de 2021. O dirigente espera que as perdas econômicas façam com que o volume de transferências seja drasticamente reduzido nos próximos mercados.

"Muitas das contratações vão ser realizadas através de trocas. Assim é que serão as coisas em toda Europa", admitiu Cardoner.

 
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