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Ex-Vasco revela paixão de De Bruyne pelo Brasil e apelido do hoje craque do City na Bélgica; veja qual é

Meio-campista iniciou a carreira no Genk, de seu país natal, onde jogou com alguns brasileiros, entre eles o ex-zagueiro do Vasco João Carlos

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Por Leonardo Ferreira

De Bruyne iniciou a carreira atuando pelo Genk, da Bélgica(Getty Images)

De Bruyne iniciou a carreira atuando pelo Genk, da Bélgica | Getty Images

Kevin De Bruyne é, inegavelmente, um dos melhores jogadores do futebol mundial e quem jogou com ele está aí para provar. É o caso do ex-zagueiro João Carlos, que atuou com o craque no Genk, da Bélgica, e acompanhou o início meteórico do hoje meio-campista do City.

De Bruyne subiu para os profissionais da equipe belga na temporada 2008/2009, ainda menor de idade. O garoto, entretanto, já mostrava que sua personalidade deixaria os mais experientes boquiabertos.

"Esse moleque subiu do júnior e ele tem cara de criança até hoje, né? Mas ele subiu pro profissional aos 16, 17 anos com cara de 12 (risos). Ele sempre teve aquela cara meio que de criança e ele sempre foi o fera do time e eu falava pro treinador: 'não desce mais esse cara pra base, ele tem muita personalidade'", contou João Carlos, que foi revelado pelo Vasco da Gama e era o capitão do Genk, em entrevista exclusiva ao Esporte Interativo.

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Seu carisma era tamanho, que De Bruyne se passava muitas vezes por um garoto "respondão".

"Às vezes eu ficava até meio 'bolado' porque eu falava alguma coisa e ele queria responder. Eu olhava pra cara dele, ele com aquela cara meio vermelha, e eu falava: 'esse moleque é meio abusado' (risos), mas era o jeito dele, personalidade forte", rememora o ex-defensor. 

Paixão pelo Brasil e o apelido diário

À época em que subiu, De Bruyne chegou em um time que tinha outros três brasileiros, além do próprio João Carlos: o zagueiro Tiago Silva e os meias Ederson Tormena e Alex da Silva. Por isso, era comum que o meia ficasse mais próximo da resenha e também da comida do Brasil.

"Ele gostava tanto do Brasil que tinha um único restaurante brasileiro na cidade de Hassen, que é uma cidade melhor do que Genk, vizinha. Então, quando a gente ia nesse lugar, a gente tomava caipirinha e o Kevin falava que queria muito ir pra lá", conta.

Como ainda não podia provar da bebida alcoólica brasileira, De Bruyne preferia tomar refrigerante, o que fez os jogadores do elenco brincarem com o fato e criarem um apelido ao meia.

"Ele gostava muito de Sprite, era viciado. A gente ficava zoando, chamava ele de 'Sprite' no treino e ninguém entendia nada. Aí ele: 'vou chamar vocês de caipirinha' e eu falava que não dava, não podia (risos)", completa João Carlos. 

 
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